Não vou arranjar uma gaja só porque me sinto desejoso de partilhar. Um cão também não resolve. Agora já refrescar-me na pele e uma bela polaca, ai isso ia.
Tenho uma relação muito especial com os meus amigos. Gosto deles.
Gosto de fazer amigos, conhecer novas pessoas, ir vendos as antigas, dando-me a uma dinâmica.
Pronto, tenho uma coisa aqui dentro e essa coisa quer sair. Não sei como se chama. Associo ao crescer, crescer, cresecer, e custa carago...
MarcoPedrosa
sexta-feira, 16 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
Solidão
Há momentos assim. Vários factores concorrem para que tal aconteça, desde os amigos aos casos amorosos, todos num determinado momento nos deixam "a pé". Paramos num apeadeiro para nos refrescar e quando damos por isso, o comboio já saiu. É ir consultar o horário e ver quando passa o próximo...
Sozinhos, estamos. Como justificamos a nossa condição de "corpo". Do corpo que temos. Afinal de contas não o partilhamos com ninguém. Palavras, momentos, risos, partilhamos. Fluidos, com imenso prazer... agora corpo?
Sozinhos, estamos. Como justificamos a nossa condição de "corpo". Do corpo que temos. Afinal de contas não o partilhamos com ninguém. Palavras, momentos, risos, partilhamos. Fluidos, com imenso prazer... agora corpo?
sábado, 10 de julho de 2010
Beep, beep...
Agora, quero ouvir o silencio e o humano. Não quero o som tecnológico das máquinas copiadoras com beeps a cada instrução, torturadoras de papel, que parecem aspiradores... beep-beep-beep-beep, trim-trim-trim.
Fiquemo-nos nos sons humanos, alguns deles não tão agradáveis, mas toleráveis...
Quem houve ruido atrás de ruido, acho que desconhece no que se meteu, mas talvez fosse boa ideia fazer por sair dessa.
Fiquemo-nos nos sons humanos, alguns deles não tão agradáveis, mas toleráveis...
Quem houve ruido atrás de ruido, acho que desconhece no que se meteu, mas talvez fosse boa ideia fazer por sair dessa.
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